Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
- Transformar o tédio em melodia
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E algum veneno antimonotonia
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