O céu pingava timidamente enquanto a garotinha de vestido vermelho passeava; entre um pulo e outro nas poças que começavam a surgir
ela olha para o céu irritada:
ela olha para o céu irritada:
“Para de pingar nuvem!
E aprender a chover que nem macho, porra!”
E aprender a chover que nem macho, porra!”

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